O Casamento e a Diminuição da Frequência Sexual

Stanford,

Sou casada já vão fazer 4 anos; no começo do casamento a gente fazia amor todos os dias, até mesmo 2 ou 3 vezes ao dia… Mas agora a gente faz amor de 15 em 15 dias e olhe lá, às vezes a gente fica 1 mês sem nada.

Eu tenho muito fogo e por mim todos os dias a gente faria amor. Ele sempre diz que está cansado e tals. Eu já tentei de tudo, já tentei fazer coisas diferentes; a única vez que ele me levou no motel foi na nossa noite de núpcias, depois disso nunca mais. Ele nunca me deu flores, nunca mais me deu mimos ou chocolates, etc…

Enfim, será que ele tem uma amante? O que e faço para melhorar o desempenho dele e para melhorar o nosso casamento??

Obrigada desde já,

Casada na Seca

Ain, darlings, sério, deu dó, viu! Afinal, esse assunto é tão… comum! Aliás, cara Casada na Seca, bem mais comum do que se imagina. Aliás, eu até brinco com alguns amigos: quer deixar de fazer sexo? Case! Aloka!

Toda relação (e afirmo, TODA RELAÇÃO) passa por oscilações no que diz respeito ao desejo sexual. No início, com todo aquele fogo, é natural que o casal sinta um tesão tremendo, transe a todo momento, invente mil posições, conheça os lugares mais excêntricos e diversos da casa e da vizinhança. Aloka! Com o passar do tempo, porém, com a convivência, rotina e a comodidade que toma conta das relações, é normal que o sexo rareie. O que não pode acontecer é deixar que a chama, que um dia já foi fogueira, vire uma cinza quase fria. Olha eu, gente, todo trabalhado na metáfora!

No seu caso específico, parece que o problema está no seu marido e na rotina dele. Trabalho, obrigações, cansaço, tudo leva a crer que isso o desanime a dar no coro. Ui! Mas, um relacionamento é feito de duas partes e você deve fazê-lo entender isso. Por isso, o conselho de sempre, quase um clichê meu: jogue limpo, fale!

Conte das suas necessidades, do seu tesão. Sugira inovações. Surpreenda-o! E, se mesmo assim, as coisas continuarem mornas pro seu lado, seja direta: ou ele faz a parte dele ou você não se responsabiliza pelas formas que pode encontrar para aplacar seu fogo. Tratamento de choque, meu amor! Ou o homem dá no coro ou então que não a culpe depois. Porque sim, acho que é inevitável uma traição quando um dos lados tem desejo latente e o outro tem preguiça constante.

Por que não tentar resolver as coisas já hoje à noite? Prepare um jantar à dois. Uma massa leve, um vinho tinto, luz de velas. Se arrume, se perfume, se insinue. E, durante o jantar, provoque. E exponha seus desejos e fantasias. Porque o meu desejo para você, Casada na Seca, é uma noite inesquecível e longa, com muito trabalho para o maridão (ou não).

Um beijo e boa sorte ao tentar acendar a chama quase adormecida. Porque essa seca tem de chegar ao fim e tá na hora de regarmos a terra, com muita chuva e prosperidade. Aloka!

Stanford

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Será Que Meu Marido É?

Stanford,

Tenho chorado muito, por isso preciso de ajuda. Tenho 25 anos, sou casada com um homem de 40 há quase 4, e temos um filho de 2 anos. Antes de casar, algumas pessoas diziam que meu marido era “mulherengo” e outras diziam que era gay, pela sua forma de gesticular muito ao falar. Até eu mesma achava isso um pouco antes de namorarmos, mas como ele era divorciado e já havia casado com uma mulher, achei que não fosse. Vale ressaltar que ele disse que não transava mais nos últimos dois anos dos sete em que esteve casado com a primeira esposa.

Bem, há 2 anos que ele não me procura mais, não transamos! No início, ele ficou seis meses sem nem me procurar, nem tocar no assunto. Até que eu não aguentei mais e passei a perguntar se ele tinha uma amante ou se era gay! Ele afirmava que estava cansado, trabalhando muito…

Sou uma pessoa vaidosa, as pessoas dizem que sou bonita, vejo vários homens me olhando, se interessando por mim e só meu marido não me deseja! Depois desse questionamento, começaram as brigas, pois toda noite ele dormia no sofá, esperava eu dormir e ia para cama pé ante pé para não me acordar. Eu via tudo e chorava escondido. Eu colocava lingerie nova, comprava óleos de massagem e ele sempre dizia que não conseguia pois estava cansado. Ah, ele fez exames periódicos e não tem problemas de ereção ou qualquer outro!

Hoje ele me ameaça dizendo que, caso eu me separe, tirará meu filho de mim e fica muito nervoso quando eu digo que posso provar que ele é gay. No fundo, tenho 90% de certeza de que ele é gay e quer ficar comigo para manter a aparência. Sua família do norte não aceitaria! Várias pessoas da minha família dizem que ele é gay, e ninguém sabe do que passamos!

Estou me sentindo tão triste, vivo pelo meu filho… Abri mão da minha felicidade, da minha juventude, perdi a esperança de ainda ser feliz, pois tenho medo do meu filho ser criado por ele e pela família dele, que é toda problemática, mas é um outro caso à parte!

Precisava tanto de conselhos de alguém de fora! Por favor, parece um tanto piegas, mas me ajude!

Esposa Desconfiada

Preciso dizer que adoro um baphão desse tipo? Ai, pára, claro que não, né? Aloka! Mas, convenhamos, é um assunto espinhoso e difícil de ser tratado. O que fazer quando se descobre/desconfia que seu companheiro é gay? Como viver com essa situação, como acreditar que você não conseguiu estar à altura do seu parceiro a ponto dele procurar satisfação no mesmo sexo?

Eu adoro os e-mails e as dúvidas que recebo. Sempre me deixam pensativo e me fazem olhar para minhas próprias experiências para que, dando minha opinião, possa (ou não) ajudar aqueles que me escrevem. E tenho de agradecer à Esposa Desconfiada por essa oportunidade de falar sobre esse assunto. É tabu, mas aqui eu sou lusho e, com puro glamour toco nos mais intocáveis assuntos. #SouDesses, melbem!

Antes de tudo, vamos deixar uma coisa bem clara para a Esposa Desconfiada:

O problema não é você, darling. O problema é o seu marido! Anotou?

SEMPRE e isso é regra. Nada de entrar numa de o que você fez para seu marido se tornar gay ou algo do tipo. A realidade é que você casou com um hipócrita que, por não se conhecer e não se aceitar, preferiu ser um babaca e se meter num (segundo) casamento para se esconder de si mesmo e de seus desejos. Conheço DIVERSOS casos semelhantes de homens que, procurando ter uma vida ‘normal’, aprisionam seus sentimentos e desejos e embarcam em relacionamentos fadados à infelicidade (sua e de suas parceiras). Triste, egoísta, mas MUITO comum.

Falo por experiência própria: ser gay não é fácil. Quem, em sã consciência, escolheria viver de forma diferente da maioria, ter desejos diferentes, ser apontado como ‘aberração’ e sofrer preconceitos e discriminações? Apesar de vivermos em pleno século XXI e as novas gerações, pouco a pouco, trabalharem melhor a questão da homossexualidade (ainda bem!), não é fácil ser diferente. Nunca é. Então, não é de se estranhar que muitos homens escolham viver como seu marido, negando a si mesmos e vivendo histórias e casamentos ruins em prol de uma aceitação da sociedade.

Pelo seu email você não tem dúvidas de que ele seja gay. E, eu costumo dizer, se há fumaça, há fogo. Aliás, desculpe-me a sinceridade, mas não é normal viver dois anos sem sexo. Ou ele abstrai MUITO ou é um assexuado. Porque, my darling, sexo é humano e nossos desejos nos movem. Você tem vontade, eu tenho, o seu marido deve ter. Como extravasamos isso é o que nos diferencia.

Sobre sua situação específica, é bem delicada. Pelo que me parece, seu casamento é um inferno. O que você prefere: criar um filho num casamento de mentira, apenas por aparência, ou correr atrás da felicidade de ambos?

Esse papinho de que se vocês se separarem ele tirará o filho de vocês é balela de homem com medo de enfrentar a realidade. Sinceramente acho que o que ele mais deseja é que você tome a iniciativa e acabe com esse casamento. E se não for assim, me diga, que juiz hoje em dia cairia nessa conversinha fiada de homem que quer roubar a guarda do filho da mulher?

Meu conselho é que você avalie onde reside a sua felicidade. Eu já disse: a culpa não é sua. O ‘problema’ está na hipocrisia do seu marido e na sua ingenuidade de não ter ouvido seus instintos e casado com um provável gay.

Aliás, deixo um conselho para a maioria das mulheres: vocês quase nunca erram quando acham que um homem é gay. Brinco com minhas amigas dizendo que quase todas as mulheres são equipadas com um gaydar, o radar que apita quando um homem é gay. O que vocês devem fazer é dar ouvidos a esse radar. Porque, sinto lhe dizer, não é possível ‘converter’ um gay em hétero. Ele pode se relacionar com mulheres, ele pode se casar com uma, mas o desejo por homem vai continuar nele. E nossos desejos são nossos maiores monstros e uma hora precisam ser alimentados. Então, por maior que seja o seu ego e a vontade de ficar com um gay, avalie: vale a pena lutar por uma batalha perdida?

E a você, querida Esposa Desconfiada, desejo sorte e coragem. Para colocar as verdades na mesa e correr atrás da sua felicidade. É a felicidade quem deve nos mover. Viver aprisionado num casamento de conveniência não é o ideal de ninguém e nem deve ser o seu. Boa sorte!

Um beijo terno e carinhoso,

Stanford

Tire você também as suas dúvidas com o Stanford! Envie seu email para blogdostanford@gmail.com e aguarda! Logo, logo a sua dúvida pode ser respondida por aqui.

Ele Acabou de Sair de um Relacionamento: Devo Ficar Com Ele?

Querido Stanford,

Passei um longo tempo sozinha, depois de várias decepções amorosas. Tinha perdido a esperança de encontrar alguém que realmente me interessasse e me correspondesse. Já tinha inclusive me acostumado bem a viver só.

Mas as coisas mudaram repentinamente. Acabei sendo envolvida na história de uma amiga, e virei confidente de um rapaz que conhecia há algum tempo e estava tendo um relacionamento com ela. O rapaz tinha saído de um namoro longo e investido nessa nova relação, mas as coisas não aconteceram como ele esperava.  Como ele é uma boa pessoa e temos muita afinidade, acabei dando um apoio para ele nesse momento difícil.

Sinceramente, eu não esperava que isso se transformasse em outra coisa, mas o fato é que acabamos nos interessando um pelo outro. Mas eu tenho muito medo de estar fazendo a coisa errada, afinal ele terminou dois relacionamentos recentemente.

O que você acha que devo fazer? Será que eu devo ficar com ele?

Indecisa Solitária

Hello, darings, ahaza! Adoro essa nossa coluna #StanfordResponde, sabia? Porque aqui é assim, tudo posto às claras e ainda posso avaliar a vida alheia com um olhar atento de quem está de fora da situação. Não é uma coisa linda, melbem?

Eu fico tão feliz ao receber o email de vocês. Sabe, sou uma pessoa que se empolga com as coisas e não pude conter um gritinho de satisfação ao receber mais essa dúvida de uma leitora. Por isso, já sabem, tem alguma dúvida existencial? Só mandar seu email para blogdostanford@gmail.com e em breve eu comento TUDO aqui sobre a sua vida. Aloka!

Mas, vamos aos fatos e falemos sobre a Indecisa Solitária. Você não disse muito, o que não dá pra avaliar muito bem a situação. Mas, vamos por partes e tentemos chegar a uma solução para a sua grande indecisão.

Em seu email você diz que teve muitas decepções amorosas e que havia perdido a esperança de encontrar alguém ao ponto de ter se acostumado bem a viver só. Como assim, linda? Viver só é uma coisa tão demodê! Há uma infinidade de pessoas pelo mundo para que experimentemos as mais diversas combinações até que encontremos alguém que se adeque às nossas necessidades. Por isso sou totalmente contra às pessoas fechadas eternamente para balanço. E você, meu bem, não é esse tipo de pessoa. Como eu sei?

Você é esperta e o mundo é dos espertos! Jogada de gênio dar o apoio no momento certo. Isso faz de você uma pessoa generosa, disposta a ajudar aos outros. Ou seja, ajudou ao menino e acabou se ajudando, afinal, vocês se interessaram um pelo outro. Acho perfeito, parece história de cinema, roteiro de comédia romântica que eu A-DO-RO!

Mas (e sempre tem um MAS) você está em dúvida. Mais que isso, você tem medo de estar fazendo a coisa errada. Como assim, melbem???

Ele está solteiro, você está solteira, qual o problema de ficar com ele? Só porque ele saiu de dois relacionamentos recentemente? Isso já diz muito sobre ele: que é um moço ligado a relacionamentos, algo em extinção hoje em dia.

Agora, cuidado com algumas coisas. Aproveite o momento, curta, divirta-se com o bofe. E, nesse meio tempo, aproveite para sondar o terreno. Você deve mergulhar de cabeça no corpinho dele e não de cara num relacionamento. Vá com calma, sentindo se vale a pena investir em algo mais duradouro ou se é melhor ir curtindo os bons momentos ao lado do rapaz. Não fique se martirizando pelo que há de vir, Indecisa! Viva o hoje, aproveite o momento, carpe diem. O que vier é lucro.

E depois nos conte como continuou essa história pois a gente fica aqui MOR-REN-DO de curiosidade!

Grande beijo e boa sorte,

Stanford

Relacionamento ou Prisão?

Vamos ser sinceros, darlings? Acho que todo mundo – e não estou generalizando – procura por alguém. É natural, é esperado, e não vejo problema algum em admitir que é bom viver uma relação com alguém que a gente ame. O que acontece é que, algumas vezes, essa pessoa não surge e aprendemos a ser sozinhos, auto-suficentes e, muitas vezes, isso também tem seu encanto, apesar de causar uma certa estranheza a quem não sabe viver assim. E eu tenho de deixar bem claro: antes só do que mal acompanhado é realmente um mantra que muita gente deveria repetir todos os dias. Aloka.

Pensando nas pessoas que estão sozinhas e levando suas vidas bem dessa forma, é que paro e penso naquelas que estão juntas, unicamente porque tem medo de um dia ficarem sozinhas. Eu, heim, não entendo mesmo! Mas, cada um é cada um e deveria saber porque faz certos sacrifícios. O que me deixa confuso é que muita gente não sabe.

Por que tantas pessoas se mantém presas a relacinamentos que se arrastam, mas que não as satisfazem? Por que um número tão grande de pessoas deposita a própria felicidade em relacionamentos falidos? Eis as questões!

Quantas pessoas conhecemos que estão em determinados relacionamentos única e exclusivamente por comodismo? Reclamam, não estão satisfeitos, mas quando perguntados pelo motivo de levarem em frente esses relacionamentos, dizem ter medo de colocar um ponto final na bagaça. Preguiça demais desse tipo de postura, melbem! O que é bom deve continuar, mas o que já passou da validade tem que encerrar o seu ciclo. Ahaza!

  • “Mas a gente já tá junto a tanto tempo…”
  • “Ele(a) conhece toda a minha família e eu a dele(a)… Não posso terminar.”
  • “Se eu terminar eu vou ficar sozinho(a) e não quero isso…”

É assim que ervas daninhas vão sendo cultivadas e a felicidade de tantas pessoas é jogada fora. Ou, pior, a hipocrisia passa a ser uma constante, com traições acontecendo de ambos os lados, numa verdadeira guerra de chifres trocados. #Tendência2012

Gatos e gatas, juro, não consigo entender esse tipo de atitude. É tudo tão simples, que não vejo porque complicar tanto. Ou a coisa está boa ou não. Preto ou branco, 8 ou 80. Meio termo é para os fracos e não vim ao mundo para ficar todo trabalhado no copo meio vazio. Dois beijos!

Relacionamento é troca, é prazer, é juntar forças para levar a vida. Quando a acomodação chega e o sentimento termina, é hora de deixar as coisas seguirem seu fluxo e abrir mão sem chorar o leite derramado. A gente pode até chorar, sofrer, espernear. Mas a gente supera. Eu juro, bebê!

Pra quê assinar o seu passaporte pra infelicidade se tudo que você precisa pra ser feliz é tomar uma decisão?

Somos adultos – pelo menos deveríamos ser – e donos de nossas ações. Relacionamentos NÃO são prisões e posso dizer com conhecimento de causa: mudanças fazem bem pra vida de qualquer um.

A alternativa é manter tudo do jeito que está. E viver de lamentações…

Como Deixar de Lado o Medo de Amar?

Stan,

Comecei a namorar um rapaz quando tinha 14 anos. Sempre foi um namoro muito turbulento devido às traições e safadezas dele. Por várias vezes chegamos a terminar, mas eu sempre o perdoava. Tudo comigo ou era intenso demais ou não era nada! Aos 21 anos acabei engravidando desse rapaz, mas preferi não casar, pois eu sabia que não iria dar certo, porque ele nunca ia mudar. E foi isso que aconteceu, nem com o nascimento de nossa filha ele mudou, acho até que ficou pior. Quando minha filha completou um ano nós terminamos o namoro e não reatamos mais desde então. Sofri muito, pois afinal foi um relacionamento de quase 8 anos. Hoje não sinto nada por esta pessoa, nem afeto, nem carinho, nem tesão, nada!

Com 26 anos, tendo passado quase 3 anos desde o nosso término, ainda não consegui emplacar nenhum relacionamento que durae mais de 3 meses. Não consigo confiar neles e por mais interessada que eu esteja, na maioria das vezes não consigo demonstrar. Não sei o que acontece, mas não sei impor, não sei cobrar e sempre vou deixando as coisas acontecerem e quando eu vejo já e tarde demais, perdi! Depois sempre fico me remoendo e perguntando “o que há de errado comigo?”.

Em dois destes relacionamentos, descobri logo após o término que o motivo era o fato de eu ter uma filha (SER MÃE SOLTEIRA), e isso me doeu demais, Stan. Nunca menti para nenhum deles, sempre conto que tenho uma filha linda, porque acho que onde não “cabe” a minha filha, não me “cabe” também. Juntando o trauma de um relacionamento do passado, mais este fato de ser “MÃE SOLTEIRA” acabei criando uma barreira, e não consigo me apegar a ninguém. Várias pessoas próximas me aconselham a fazer uma terapia, pra tentar melhorar a minha auto-estima e aprender a me relacionar sem medo de sofrer novamente. Será ?

Mãe Solteira Encalhada

Primeiro de tudo, preciso começar a responder esse email com meus parabéns e aplausos. Para a Mãe Solteira Encalhada e para milhares de mulheres como ela, que criam seus filhos sozinhas e sem ter um homem/marido ao lado. Vocês são guerreiras, sweets, vocês são divas! CLAPI CLAPI CLAPI

Aiiiiinnnnn, pronto, voltei! Porque sou desses, que dão o devido valor a quem merece, mas que volta rapidinho pro assunto principal, todo trabalhado nas conjecturas. Ahaza! Então, vamos que vamos e analisemos a Mãe Solteira Encalhada e sua aparente incapacidade de se relacionar.

O que me parece, como espectador distante de sua história, darling, é que o medo de se magoar é mais forte que sua vontade de efetivamente ter alguém na vida. Mais que isso, creio que você tem medo que sua filha, que é o seu tesouro, acabe se apegando a alguém que logo depois tenha de ir embora da vida dela. Acertei?

Sei que você tem orgulho de sua filha e de criá-la sozinha. E isso é um mérito seu, não tem que ser um drama. Mas, você viu que duas vezes você usou a expressão “MÃE SOLTEIRA” em caixa alta durante o seu texto e depois ainda usou o termo para assinar o seu pseudônimo?

Tudo bem que existe MUITO homem babaca por aí que tem preconceito de se relacionar com uma mulher que já tenha filho(s). Mas o contrário também é verdadeiro. Eu mesmo conheço uma porção de homens com H maiúsculo que não tem problema algum com isso e que até mesmo se tornam pais melhores que os originais, sweet. O que é preciso é que você permita que um desses homens se aproxime e PERMANEÇA na sua vida.

Então, vamos combinar algo? Você é jovem, bonita, cheia de vida e parece saber aproveitar a vida e se divertir. Nada de ficar toda trabalhada em ser ostra e vamos deixar as coisas acontecerem? Sem pressa, sem obrigações, sem cobranças. Mas também sem medo de se arriscar.

Acho que terapia SEMPRE é bom para QUALQUER pessoa. E se você realmente julgar necessário e tiver as condições de fazer uma para melhorar a sua auto-estima, melhor ainda, melbem. Conhecer a nós mesmos é a chave do sucesso e da aceitação. De nós mesmos e dos outros.

Tenho CERTEZA de que em breve você terá novidades. Tem de prometer vir aqui me contar o que aconteceu.

Beijão,

Stanford

A Insegurança e o Mal das Relações

Olá, Stanford,

Sempre leio seus comentários, muitos acho até cruéis, porem verdadeiros… Namoro uma pessoa há0 5 meses e sempre estamos juntos. Nos conhecemos num site de relacionamentos e isso, às vezes, me deixa insegura.

Gosto dele, apesar de não ser o padrão de homem que me atrai; se fosse numa balada acho que não o namoraria. Mas, enfim, sou muito desconfianda, insegura e isso acaba atrapalhando muito meus relacionamentos. Ele sempre está comigo, sinto em muitas ocasioes que gosta de mim, é atencioso, dedicado, carinhoso, parece sincero… O problema sou eu mesma: muita insegurança aliada com baixa auto-estima.

Em minhas relações sempre dou o melhor de mim, carinho, atenção, zelo, cuidado, brincadeirinhas, bilhetinhos, enfim coisas de pessoas apaixonadas. Minhas amigas falam: “menina, se ele está com você é porque quer e pronto, pra que essa insegurança?”

Ele tem 42 anos, é divorciado, sem filhos. Eu tenho 39 anos, sem filhos também. Essa minha insegurança aborrece mais a mim do que aos outros, eu acho. Porque ela faz mal é pra mim mesma.

Insegura Consciente

Smack, smack, ahaza, empina o peito e diz: eu sou bonita e poderosa! Aloka! Todo trabalhado na auto-ajuda assim de cara, pra chegar dizendo ‘Oi’ com atitude. #SouDesses!

Assunto bom esse levantado pela Insegura Consciente, não é não, darlings? Que atire a primeira pedra quem nunca esteva com um boy magia ou com uma gata sensação a seus pés, com ambos babando e pedindo por nosso amor e a gente lá, se corroendo de medo de perder e fazendo T-U-D-O errado por causa de uma incapacidade de lidar com ela: a safada da insegurança. Tem de ver isso daí, sweets!

Como bem apontado pela própria Insegura Consciente, o maior prejudicado pela insegurança é a própria pessoa, que passa a sofrer por não saber lidar com uma situação, muitas vezes criada pela própria cabeça. O problema é que quem é inseguro demais acaba cobrando do outro algo que nem ele mesmo sabe o que é, sufocando a pessoa e, muitas vezes, o próprio relacionamento.

A insegurança desnecessária aprisiona, tornando-nos reféns da nossa imaginação e da própria inadequação. O que acaba gerando um problema bastante conhecido como imagem distorcida do eu. Sabe quando você se acha sempre feio, gordo, acabado e que ninguém nunca poderia gostar de você? É basicamente isso que a imagem distorcida do eu faz. E isso é uma doença, que pode gerar vários outros inconvenientes.

Para lidar com a insegurança é necessário que você conheça a si mesmo(a). Estar consciente do próprio problema é o primeiro passo. Como a insegurança pode ter vários níveis, é provável que algumas pessoas consigam vencê-la por si mesmas e/ou com a ajuda de amigos. Ao mesmo tempo, outras pessoas tem de ver qual seu caso e, por que não procurar ajuda? Profissionais existem para isso: para nos ajudar a encontrar nosso próprio eixo.

De qualquer forma, o objetivo sempre é o de sermos felizes. Se por algum motivo não estamos sendo, nos sentindo incompletos e perdidos, localizar o motivo disso é o primeiro passo para corrigir o problema.

Garanto: ser feliz não é um alvo inatingível. Só depende de nós. Unicamente de nós.

Mil beijos,

Stanford

Internet: Como Conhecer Pessoas Legais na Rede

Anos atrás, se você dizia que conheceu seu marido/namorado/peguete pela internet, certamente atrairia olhares surpresos para o seu lado. Atualmente, isso mudou. Eu mesmo já conheci boys magias no meio virtual, que passaram a fazer parte da minha vida real. #SouDesses

Concordo muito com o que diz uma certa amiga que tenho: ‘virtual é só o meio, o sentimento tem de ser real!’. De boa? Assino embaixo e ainda coloco estrelinha. Aloka!

Na vida moderna, a internet passou a se entrelaçar com a vida “real”.  Por isso, nada mais natural que muitos relacionamentos comecem dessa forma. Me diga, quantas pessoas que estão nas suas redes sociais você conhece pessoalmente, no face to face? Se assustou com as contas? Pois é, melbem, temos de ver isso aí.

Foi pensando nisso e nos vários emails que recebo de pessoas reclamando de sua solidão, que pensei em reciclar um assunto que pode ajudar muita gente. E, digo com propriedade: muita gente já usa a internet para conhecer pessoas e se relacionar efetivamente com elas.

Claro, isso deve ser feito com todos os cuidados possíveis, porque na internet todos podem ser bonitos e atraentes; é aqui que vendemos o peixe da forma que queremos que ele aparente ser. Assim, se vai sair do virtual e partir para o real, cautela é imprescindível e todos nós já conhecemos os cuidados de sempre: primeiro encontro sempre em local público, avisar aos amigos e/ou familiares para onde vai e com quem vai, etc. Conhecer pessoas é tendência. Manter a nossa segurança e bem-estar, é nosso dever. Ahaza!

Mas agora vou deixar o blá blá blá de lado e listar algumas formas interessantes que podem ajudar aos corações solitários a encontrar a tampa da sua panela. Porque sou desses, sweets!

Na Sala de Bate Papo

Tem gente que acha que sala de bate papo é demodê e, por isso, eventualmente me dou ao trabalho de entrar numa delas para ver como anda o movimento: me surpreendo, darlings. Elas continuam movimentadas, cheias de pessoas dispostas a falar sobre qualquer assunto.

Da primeira vez que usei a internet, lembro claramente de estar todo trabalhado na empolgação com a possibilidade de falar com diferentes pessoas de qualquer lugar. Imaginem um jovem adolescente enrustido querendo desbravar o mundo e todo serelepe nas salas de bate papo: euzinho! Aloka!

Claro, que filtro é necessário. Depende do que você busca, pois as salas estão abarrotadas de nicks que vão desde Coração Românticov e À Procura do Amor e indo até as Calcinhas Molhadas e os Barracas Armadas. Uma loucura!

Para começar, procure uma sala de bate papo com um assunto específico que lhe atraia. Elas são diversas: relacionamento, por cidade, região, idade, gostos e afinidades. Lá dentro, peneire! O trabalho é chato, mas pode valer a pena. Quem sabe aquele boy magia ou aquela gata sensação não se encontram perdidos atrás de um monitor, apenas esperando te encontrar para que você seja ‘alguém com quem quer falar por horas e horas e horas’?

Dica: que a sala de bate papo seja o contato INICIAL. Troque MSN, veja fotos e, de preferência, veja a pessoa na webcam (sem safadeza, viu gente, por favor! Isso não conta pontos pra você! #FicaDica). Isso evita certas surpresas na hora de um encontro real.

No Facebook (Porque acho muito que o Orkut já mór-reu!)

Convenhamos: Orkut é algo muuuuuiiiiitooooo 2005, por isso vamos falar apenas do Facebook como forma de território de caça, aloka, que os mais viajados já tem há um certo tempinho.

Eu me divirto passando horas passeando pelos perfis alheios nesse tipo de site de relacionamento. Adoro ver fotos, conferir páginas curtidas, ver possíveis gostos em comum com pessoas tão distintas. E, confesso, como sou das antigas, já arrumei até um namoro pelo Orkut, que durou mais de um ano.

A dica é ser sutil e deixar rastros, principalmente se a pessoa lhe interessar. Em alguns casos, vale ser cara de pau e deixar um singelo ‘Oi, curti o perfil!” no mural ou por mensagem direta ou, se possível e a informação estiver disponível, pegar logo o MSN e adicionar aos seus contatos (foi o que fiz com o dito cujo que resultou em namoro). Super prático e objetivo. Fora que a ferramenta Cutucar é super válida para essas horas, né, darlings. Quem nunca cutucou aí que me julgue!

No Twitter

O Twitter está sempre levantando discussões que duram 15 minutos, com a galera sempre se revoltando e colocando assuntos nos famosos TT. Por quê não usar a ferramenta pra conhecer gente legal?

Siga quem lhe interessa, ria ou filosofe em frases de até 140 caracteres. Pode parecer pouco, mas o Twitter é um local muito propício para conhecer pessoas. Através de frases curtas dá pra saber bem o que a pessoa pensa e como ela se comporta. Mais do que isso, dá pra ver o que a pessoa faz no seu dia a dia.

Escolhidos os perfis que mais lhe agradem, vá pro ataque: mande uma mensagem pra pessoa, comente um tuite aleatório e, tcharam!, é questão de tempo até que ele também lhe siga. Então, meus caros, nada que uma DM pedindo outras formas de contatonão resolva. Prático e rápido no gatilho. Agora é usar o poder de sedução e partir pro ataque. Ahaza!

Depois de tudo isso, só tenho que te perguntar, sinceramente: por que cargas d’água você ainda não me segue no Twitter nem é meu amigo no Facebook? Isso magoa, gente! Vamos corrigir essa falha na nossa relação de amizade? Aloka!

No Twitter sou o @StanfordFriend e você pode ir na minha página pra me seguir, clicando aqui. Rápido e com um clique!

Já no Face, sou facinho, facinho: me adiciona que eu aceito rápido. #SouDesses. Bora na minha página, clicando aqui, e solicitando a amizade, viu?

Beijos mil e espero que as minhas dicas te ajudem. Porque na guerra vale tudo. Ahza!

Stanford

TOP Desculpas Esfarrapadas Para Terminar Um Relacionamento

Você estava bem na vida, livre, leve, solto(a), mas, quando menos esperava, surgiu aquele boy magia ou uma gata sensação e tudo mudou. Você se empolgou, fez planos, talvez iniciou um namoro, mas, de uma hora pra outra, tudo mudou novamente e, quando se deu conta, já era, aquilo tudo acabou.

Calma, você não está sozinho. Todo mundo já tomou um pé na bunda, já chorou compulsivamente, já pensou em se matar e sabe  bem como é complicado lidar com isso quando acontece. O melhor (ou pior, dependendo do ponto de vista, aloka) são as desculpas dadas por aquele que quer dar o fora da relação e não sabe bem como fazer isso de forma digna.

O TOP TOP de hoje vem todo trabalhado na auto-ajuda, já que vai identificar as cinco desculpas mais esfarrapadas que as pessoas utilizam quando querem dar o fora de um relacionamento e não sabem fazer isso como alguém adulto, falando a verdade. Mais que isso, deixo algumas dicas para você ainda sair por cima dessa história – mesmo sofrendo, porque eu sei que vai doer uma eternidade, #SouEmpático -, respondendo à altura se for você quem estiver ouvindo essas barbaridades. Ahaza, enxuga as lágrimas e parte pra outra, porque, garanto, melbem, a fila anda!

“O problema não é você. Sou eu…”

Clássico. O bom é que a pessoa ainda quer terminar o relacionamento se colocando por baixo, como se fazendo isso estivesse sendo uma pessoa melhor. Sinto muito, darlings, não funciona.

A dica pra quem ouvir essa frase é simples: responder à altura. Se ouvir que o relacionamento está terminando mas que o problema está na outra pessoa, rebata: “Eu sei, a merda é que eu sempre acho que vou consertar todas as merdas e problemas do mundo. Nem sempre dá, né? Seja feliz!”

“Estou sem tempo para me dedicar a alguém, preciso focar na minha carreira.”

Gente, que bla bla bla idiota, não? Afinal, que profissão é essa que suga TODA a atenção da pessoa que impede que ela tenha um relacionamento? Trabalha na área de acompanhantes de luxo, darling? Aloka!

Se ouço uma frase dessas, sou curto e grosso: “Foca, meu amor! Mas foca direitinho e some da minha vida, porque eu é que não tenho paciência pra pessoas limitadas que só conseguem fazer uma coisa de cada vez.” #SouDesses

“Estou confuso, preciso de um tempo para pensar…”

Acredito que todo mundo tenha o direito de não saber exatamente o que quer da vida e, quando ficar junto com outra pessoa, isso pode ser perturbador. Mas não me venha falar em “preciso de um tempo” porque isso é desculpa dos fracos.

Sweets, ninguém merece ficar à mercê de outra pessoa enquanto ela está dando um tempo. Fora que isso é quase sempre uma desculpa para “tipo assim, vou ali pegar o mundo, mas quando eu cansar, volto pra você”. Ah, comigo não!

Dica: a pessoa quer um tempo para pensar? Dê esse tempo. E TODO o tempo do mundo pro resto da vida dela. No seu caso, eu ainda saia para dar uns bons beijos na boca sem compromisso enquanto o(a) outro(a) estivesse lá pensando.

“Você é demais pra mim, merece alguém melhor do que eu.”

A velha desculpa de “muita areia pro meu caminhãozinho”. A-ham, Claudia, senta lá. E não levanta!

A criatura precisa ficar um tempo com a pessoa para só depois se dar conta de que ela é ótima, maravilhosa, bonita, inteligente e simpática? E, exatamente por isso, é demais e merece coisa melhor? Merece umas boas porradas, darlings, isso sim! Aloka!

Se alguém fala pra mim que sou muito bom para ele ou algo parecido, eu assumo isso e levo pra vida. E o outro deve ser tão desprezível e insignificante, que não pode merecer a minha atenção. Humpf!

“Descobri que sou gay.”

Se um cara tem a coragem de admitir isso (mesmo sendo mentira), não tenho muito o que dizer. Mas dou a dica: se for bonito, passa meu contato pra ele, ok? Aloka!

Desculpas existem aos montes. Levanta a mão primeiro quem nunca ouviu uma dessas ou, até mesmo, num momento de término, não proferiu uma dessas frases. Pode confessar que a gente está entre amigos, hihihi

O bom? Com ou sem pés na bunda e desculpas esfarrapadas, a vida sempre segue e a gente acaba encontrando quem realmente nos mereça ou aprendemos a viver com quem efetivamente nos basta: nós mesmos!

Mil beijos,

Stanford

As Dificuldades de se Amar Alguém do Mesmo Sexo

Stanford,

Estou passando por um momento muito difícil na minha vida e queria que me ajudasse: amo uma garota, e também sou uma garota.

Não é a primeira com quem me envolvo, já passei por vários momentos difíceis, inclusive com minha própria família, por causa disso! Mas meus pais não sabem de nada, moro longe e consigo ter minha liberdade pra ficar junto dela sem problema algum. O que acabou complicando é que a família dela também descobriu, e agora ela vai embora passar quatro meses fora e eu não sei o que fazer, se continuo com ela, ou se tento esquecer pra não sofrer mais do que já venho sofrendo com a distancia que nos separa; é horrível você desejar uma pessoa e não tê-la…

Fico, às vezes, pensando que se ela gostasse tanto de mim por que não assumiu? Sei que é uma coisa difícil mas quando se gosta nada é demais, não é verdade? Eu a amo como jamais amei ninguém na minha vida, a desejo mais do que tudo; é amor mais sincero e puro que eu já vi em toda minha vida. Espero que você possa me ajudar!

Beijão,

Menina Super Apaixonada

Hello, meus amores! Tudo lindo na vida de vocês? Eu espero que sim, porque pra mim, graças ao carinho e ao retorno que tenho recebido, tem sido tudo azul da cor do mar. Aloka! Mas, é a pura verdade. O Blog do Stanford é um sucesso e isso é graças a vocês. Já disse obrigado? Digo agora: OBRIGADO! 😉

Mas é hora de deixar os agradecimentos de lado para falarmos sobre o caso da Menina Super Apaixonada. E, digo de cara, não é simples amar alguém do mesmo sexo. Falo como gay, como alguém que passou por diversos problemas para se aceitar e ser o lusho que é hoje: ser diferente não é tão simples. Afinal, darlings, pensem comigo: querendo ou não, levamos nas costas uma porção de pesos e anseios de outras pessoas, de comportamentos pré-determinados e aceitos como “normais”. Quando se foge disso, mesmo que em busca da própria felicidade, é um suplício. Vivemos, graças a Deus, em tempos melhores, de maior tolerância, mas ainda assim, em alguns lugares, gays continuam sendo apontados na rua como aberrações unicamente por serem eles mesmos. Triste, mas real.

O que me conforta, é que vale a pena ser quem se é, deixando de lado a hipocrisia de uma vida levada para agradar aos outros. Quanto sofrimento não é desencadeado por pessoas que decidem se anular e viver uma farsa apenas para se enquadrar? Conforme cantou Raul, “eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo…”.

Então, Menina Super Apaixonada, encosta sua cabecinha no meu ombro que eu te entendo e sei das suas dores e medos. Por mais superpoderosa que você seja, você não tem superpoderes. Além disso, não depende só de você para viver a sua história, já que todo relacionamento é feito de duas pessoas.

Quanto às suas dúvidas, não acho que ela deveria “assumir” somente porque gosta de você. Acho que o que tem de ser assumido é o sentimento por você e, pelo visto, ela parece já ter feito isso, estou enganado?

O que posso te dizer, Menina Super Apaixonada, é que a vida não é fácil pra ninguém e cabe somente a você decidir se aposta nessa paixão – correndo o risco de sofrer devido à distância – ou se afasta e parte para outra. O clichê da vez e que levo para mim, é que eu, particularmente, prefiro me arrepender de algo que fiz do que ficar eternamente remoendo na minha cabeça um “e se…” por ter desistido de algo sem tentar.

O que espero, Menina Super Apaixonada, é que você encontre a sua felicidade. E que o mundo entenda, de uma vez por todas, que não é com quem se dorme que forja um caráter e que a sexualidade de uma pessoa é apenas mais uma característica dela. Se todos se dessem conta disso, esse mundo seria um lugar bem mais fácil de se viver e muitos danos emocionais seriam evitados.

Um beijo,

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Ménage à Trois: Cabem Três Em Uma Só Cama?

Querido Stanford,

Namoro há 4 anos e nossa vida sexual é muuuito boa! Acontece que desde o começo do ano ele me pede para eu aceitar fazer um ménage e que eu que deveria escolher a outra mulher para não haver maiores problemas.

Eu tenho muito vontade de experimentar, tenho até sonhado com isso, mas ao mesmo tempo sinto que na hora não vou aguentar ver outra mulher com meu namorado, sou muito ciumenta!

O que eu faço?

Triângulo Quebrado

Olá, amores, como andam? Espero que como nossa querida Triângulo Quebrado, todos trabalhados na curiosidade, porque acho digno e válido. Ahaza!

Pergunto: existe assunto que gere tanto interesse quanto ménage à trois ou, em bom português, sexo a três? Digo mais: esse é o sonho da maioria dos homens hétero, claro, com o térceiro vértice do triângulo sendo outra mulher. Que homem não adoraria se sentir um garanhão na hora H, tendo duas mulheres para se divertir?

Sinceramente, não vejo muitos problemas em experimentar a prática. Sou daqueles que acha que toda experiência é válida, desde que ambas as partes estejam de acordo e com regras estabelecidas anteriormente. Muitos casais, inclusive, reacendem a chama da paixão ao incluirem outras pessoas em suas camas, levando isso numa boa, estimulando o próprio relacionamento. Aliás, se vocês soubessem como isso é comum… Mas não vou entrar no mérito, afinal, como bem dizia Nelson Rodrigues: “se todo mundo soubesse da vida sexual de todo mundo, ninguém se dava com ninguém…”.

É quando chegamos no seu caso específico e tenho de perguntar: você gostaria de fazer porque também tem vontade ou exclusivamente para agradar seu namorado? Lembro que muitas fantasias funcionam bem, porque ficam exatamente no plano das fantasias. Quando a coisa se torna real, não é fácil para alguns levar a situação.

Assim, tudo deve ser pesado, incluindo os possíveis danos psicológicos que levar uma terceira pessoa pra cama de vocês poderia causar. Aconselho que você aceite fazer isso somente se estiver segura e que essa seja também a sua vontade. Acho realmente que devemos ser bastante egoístas algumas vezes, afinal, de que adianta fazer algo para agradar o outro se isso pode acabar ferindo a nós mesmos?

Uma vez que se decida por experimentar, entretanto, gata, só tenho uma dica: se joga, bonita! Se você tem vontade e até sonha com isso, usa e abusa da gata que vocês arrumarem. Porque somente seu namorado deve ser o sultão? Já imagino quão divertido seria se vocês duas acabassem se divertindo MAIS do que ele. #SouDesses

No mais, fica o incentivo para analisar bem a situação e meditar na retórica:

Eu aguento o rojão?

Beijos,

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